Breve história da arte

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A gênese da pintura vem dos homens das cavernas e se manifestou por meio dos movimentos artísticos ao longo do tempo, com referências marcantes e diferenciadas. Por intermédio da luz, das cores e das formas e possível expressar a concepção do mundo, afinal, a pintura nada mais é do que a manifestação artística mais conhecida de público.

Este segmento vive hoje um momento assinalado por grande liberdade estilística e cultural, chamado por muitos de período pós-moderno, no qual e possível coexistirem diversas tendências do passado. Para retratar esse fenômeno, estão relacionadas a seguir os principais movimentos artísticos, de forma concisa, complementadas por datas que assinalam as épocas nas quais foram feitos seus primeiros registros na história.

Arte Rupestre (20.000 a.C.)

Considerada a expressão artística mais antiga da humanidade, foi realizada em cavernas, grutas ao ar livre. Para criar figuras foram usados corantes naturais, foram usados corantes naturais, fabricados a partir da terra, e a tonalidade preta era obtida do carvão vegetal. Acredita-se que esses símbolos profunda importância para sociedade pré-histórica, desempenhando talvez uma função magica ou até mesmo ritualística.

Arte Egípcia (3.000 a.C.)

Os artistas estavam mais interessados na arquitetura e na escultura, por isso muitas pinturas que ainda permanecem são decorações de tumbas – motivo de conservação. As figuras são essencialmente simbólicas e seguem rígidos padrões de representação, mostradas de ângulos que as identificam facilmente em uma escala que se baseava na hierarquia.

Arte Grega (Século 9 a.C.)

Poucos exemplares resistiram á ação do tempo, pois os gregos pintavam diretamente sobre painéis de madeira. Para se ter uma ideia de suas propriedades, e imprescindível estudar a pintura decorativa de vasos, na qual a preocupação com a anatomia e o homem são as principais temáticas.

Arte Romana (Século 8 a.C.)

Com influencia da arte grega, entre os gêneros populares estavam o retrato, a paisagem e as pinturas triunfais e populares que expressavam a realidade vivida. Os suportes eram a madeira, o tecido (linho) e o marfim para painéis portáteis, e a pedra e o estuque para a pintura mural.

Arte Gótica (Século 13)

A pintura durante esse movimento era praticada em quatro principais ofícios: iluminura de manuscritos, afrescos, painéis e vitrais, ganhando destaque nos últimos três séculos da Idade Média. Na verdade, a arte era vista como um recurso didático para difundir o Cristianismo, exposta como ícone, para intensificar a contemplação e a prece.

Renascimento (Século 14)

Período que marcou o final da Idade Média e começo da Idade Moderna, no qual as telas conquistaram um espaço cênico, suportado por princípios matemáticos e pelas perspectivas linear, rigorosa e científica que permitiram um tratamento real do espaço e da luz.

Barroco (Século 16)

Este estilo remete a uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das casas, nas paisagens e na natureza morta. Composição assimétrica, em diagonal, acentuado contraste de claro – escuro e escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática são as principais características,

Rococó (Século 17)

Este estilo remete a uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das casas, nas paisagens e na natureza morta. Composição assimétrica, em diagonal, acentuado contraste de claro- escuro e escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática são principais características.

Neoclassicismo (Século 18)

Período caracterizado por pinturas de forte realismo, em que o traço linear assume maior importância que a aplicação da cor. As figuras assumiriam uma postura rígida, na qual a luz artificial direcionada ajudou na criação de imagens solidas e monumentais.

Romantismo (Século 18)

Este não foi um estilo unificado em termos de técnica ou temática, pois o principal objetivo deste movimento foram às ideias individuais de cada pintor, que favoreceram o nascimento de liberdade de escolha, de um senso de integridade e independência, e de um espírito avesso ás convenções estilísticas de sistemas de valores genéricos e impessoais.

Realismo (Século 19)

Datado em 1850, foi utilizado para designar formas de representação objetiva da realidade. Como doutrina estética, o realismo surgiu na França. O enfrentamento direto e imediato da realidade, com o auxílio das técnicas pictóricas, descartou o ilusionismo por parte dos artistas.

Impressionismo (Século 19)

Corrente pictórica inaugural da arte moderna iniciada em 1860, caracterizada pelo registro da experiência contemporânea: observação da natureza com base em impressões pessoais e sensações visuais, suspensão dos contornos dos claro–escuros pinceladas fragmentadas; aproveitamento da luminosidade e uso de cores complementares, favorecidos pela pintura ao ar livre.

Fauvismo (Século 20)

Corrente artística famosa em 1905 pela liberdade com que os artistas usavam tons puros, nunca mesclados, manipulando – os arbitrariamente, e que deram origem a superfícies planas. As pinceladas nítidas construíram bases lisas, iluminadas por vermelhos, azuis e alaranjados.

Expressionismo (Século 20)

Movimento cultural de vanguarda surgido na Alemanha, focado na interiorização da criação artística, projetando na obra uma reflexão individual e subjetiva.

Cubismo (Século 20)

Período que remonta ao ano de 1912, conhecido por tratar as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. Para complementar, elementos heterogêneos – como recortes de jornais, pedaços de madeira e cartas de baralho -, foram agregados a superfície de telas, dando origem ás famosas colagens.

Futurismo (Século 20)

Conhecido como concretização da pesquisa no espaço bidimensional. Procurou-se neste estilo expressar o movimento real, registrando a velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço.

Dadaísmo (Século 20)

Sua proposta era de que a arte ficasse solta das amarras racionalistas e fosse apenas o resultado do automatismo psíquico, selecionado e combinado elementos por acaso. Sendo a negação total da cultura, o movimento defendeu o absurdo, incoerência, e desordem e o caos.

Abstracionismo (Século 20)

Esta arte suprimiu a relação entre a realidade e o quadro, entre as linhas e os planos, as cores e a significação que esses elementos podem sugerir ao espírito. As formas e cores são organizadas da tal maneira que a composição expressa uma concepção geométrica.

Surrealismo (Século 20)

Corrente artística moderna de representação do irracional e do subconsciente, que surge todas as vezes que a imaginação se manifesta livremente. Por meio de qualquer forma de expressão em que a mente não exercesse qualquer controle, pintores tentavam recriar as imagens do subconsciente.

Op–art (Século 20)

A expressão vem do inglês opticalarte e significa “arte óptica”, que defendia menos expressão e mais visualização. Apesar do rigor com qual é construída, surgiu em 1950 e simboliza um mundo precário e instável, que se modifica a cada instante, porém excessivamente cerebral e sistemático mais próximo das ciências do que das humanidades.

Pop-art (Século 20)

Movimento criado em 1954, representa os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo dos Estados Unidos, que têm poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade século 20. Uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.

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